Seminário internacional do Instituto Questão de Ciência acontece dia 23/11 e lança campanha em que defende ineficácia dessa especialidade.
Pesquisas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP demonstraram que a hipotermia durante a sepse é uma resposta de tolerância ao patógeno e que, em certos casos, pode ser benéfica ao paciente.
Voltada para alunos de pós-graduação, a premiação faz parte da comemoração dos 50 anos da instituição e será concedida pela SBI e SBBC.
A tetronasina é uma molécula produzida por bactérias do gênero Streptomyces que possui atividade antimicrobiana, ou seja, é capaz de matar alguns tipos de microrganismos. No entanto, por ser tóxica também às células humanas, não pode ser usada clinicamente.
A pesquisa, desenvolvida no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, foi feita em animais e apontou melhora em alguns efeitos colaterais da quimioterapia, com a inclusão de exercício aeróbio ao tratamento.
No SIBBAS 2019, a imunoterapia se apresentou como a grande promessa de tratamento, mas há pacientes que não têm boa resposta.
Técnica utiliza células do sistema imune para fazer a contagem de linfócitos T, capazes de reconhecer e eliminar o câncer de mama
Durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do ICB-USP, o pesquisador Alexandre Del Rey apresentou as diversas aplicações da inteligência artificial na ciência e na saúde.
O novo kit sorológico IgG, recém aprovado pela ANVISA para comercialização, é capaz de identificar se o indivíduo já contraiu Zika sem apresentar reação cruzada com o vírus da dengue.
Testes em animais feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da USP revelaram que o agonista canabinoide ACEA recupera o prejuízo de memória e evita a morte de neurônios. O estudo foi feito em modelos que simulam o início da doença.
Foi aprovado para comercialização um novo exame sorológico que detecta a presença de anticorpos contra o vírus zika em amostras de sangue.
Testes com animais mostraram que a leptina age no sistema nervoso central, controlando balanço energético, resposta ao jejum e capacidade reprodutiva.
Pesquisador do ICB analisou as reações químicas envolvidas na formação da molécula tetronasina, produzida por bactérias Streptomyces longisporoflavus, e busca diminuir a sua toxicidade ao modificar geneticamente as enzimas que a produzem.
Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da USP conseguiram calcular quantos linfócitos T são específicos para combater o tumor. O estudo abre caminho para entender por que pacientes têm respostas diferentes aos tratamentos.
O estudo foi feito por pesquisadores da USP e abre caminho para a busca de tratamentos para a doença.
O modelo experimental foi apresentado pela pesquisadora Mônica Lopes-Ferreira durante o V Workshop em Bioterismo do ICB-USP.