Pesquisadores adaptaram para Covid-19 o PCR convencional, que utiliza reagentes nacionais. Confira a entrevista com o professor Luís Carlos de Souza Ferreira, diretor do ICB, à Rádio CBN.
Curso será a distância e abordará treze temas relacionados ao uso de medicamentos, com carga horária estimada de 52 horas. As inscrições estarão abertas até 15 de agosto.
Após analisar quase 200 estudos sobre esse hormônio, pesquisadores do ICB alertam que os benefícios são muito pontuais para as mulheres e é necessário um acompanhamento médico rigoroso para evitar seus efeitos deletérios.
Descoberta do ICB-USP pode ajudar futuramente no desenvolvimento de novos fármacos contra o patógeno, que hoje apresenta muitas cepas resistentes a antibióticos.
A doação dos equipamentos, avaliada em R$ 10 milhões, foi feita pela empresa norte-americana LTA. O programa é uma rede colaborativa de pesquisadores com sede no ICB.
A doutora em microbiologia Natalia Pasternak Taschner contribuiu com a compra de insumos necessários para desenvolvimento de testes Real Time PCR, que foram aplicados em cinco hospitais públicos de São Paulo.
Estudo, que contou com a participação de pesquisadores da USP, mostrou melhora significativa nos animais tratados
Duas substâncias mostraram alta eficácia de inibição do novo coronavírus em experimentos in vitro.
Pesquisa do ICB indica que a enzima P5CR faz parte de um mecanismo importante para a sobrevivência do Trypanosoma cruzi. O conhecimento pode ser usado futuramente no desenvolvimento de novos medicamentos para a doença.
CientificaMente mostra como professores podem desenvolver pequenas experiências com reagentes e equipamentos caseiros de baixo custo
Estudo do Instituto de Ciências Biomédicas da USP feito em animais revela que parar de mamar mais cedo que o indicado pode acarretar mudanças permanentes no estômago, as quais aumentariam as chances de lesões no órgão.
Dispositivos emitem radiação ultravioleta C (UVC) para descontaminação de máscaras, objetos, superfícies e ambientes.
Publicada na revista científica Cell Reports, a descoberta foi resultado de um projeto Jovem Pesquisador e teve a participação de estudantes de iniciação científica com fomento da Fapesp.
Proteínas do vírus são montadas em nanopartículas, estruturas muito pequenas, que se parecem com o vírus, e que podem levar a uma resposta imune mais forte.
Pesquisadores da empresa Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP, desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus SARS-CoV-2.
Artigo publicado no Observatório da Imprensa por Juliane Duarte, diretora de comunicação da RedeComCiência, que atuou na Comunicação do ICB-USP entre 2011 e 2019.